Mário Rui

Dez porções de fruta e legumes por dia capazes de salvar milhões de vidas

Recomendações para uma vida que se quer mais saudável                            

A ingestão de dez porções de fruta e legumes por dia podem salvar 7,8 milhões de mortes prematuras todos os anos e reduzir o risco de cancro, AVC e mais.

Cinco peças de fruta e legumes por dia é a recomendação para uma vida que se quer saudável. Ou se calhar o melhor é dizermos que era. Isto porque uma nova investigação, levada a cabo por investigadores do Imperial College de Londres, revela que se em vez de cinco fosse dez poderiam salvar-se milhões de vidas agora perdidas de forma prematura.

Ataques cardíacos, acidentes vascular cerebrais (AVC) ou cancros são algumas das doenças que o aumento da ingestão de fruta e legumes seria capaz de travar, avança o estudo, que olhou para 95 trabalhos realizados anteriormente sobre o tema, com mais de dois milhões de pessoas, para chegar a esta conclusão.

É um facto que as cinco porções até aqui recomendadas ajudam a melhorar a saúde e a reduzir o risco de doença. Mas o benefício seria maior se o consumo chegasse às 800 gramas diárias, o que equivale a qualquer coisa como oito porções (isto se cada uma pesar cerca de 80g).

A equipa de especialistas estima que se possam prevenir, em todo o mundo, cerca de 7,8 milhões de mortes prematuras todos os anos, isto se as pessoas consumirem 10 porções de fruta ou vegetais por dia. Quantidade que, revelam os investigadores, está associada a uma redução de 24% no risco de ataque cardíaco, de 33% no caso dos AVC, de 28% no que diz respeito às doenças cardiovasculares, de 13% nos de cancro e de 31% nas mortes prematuras. Isto quando se compara com aqueles que não comem nenhuma porção.

Maçãs, peras e espinafres

A equipa analisou também o tipo de fruta e legumes mais indicados para a prevenção das doenças atrás referidas. E concluiu que as maçãs, peras, citrinos e vegetais de folhas verdes escuras, tais como os espinafres, aos quais se juntam os brócolos ou a couve-flor são os mais indicados para reduzir o risco de problemas futuros.

 

PCP lança acção inter-distrital em defesa da Linha do Vouga

Comunistas pedem a reabilitação, defesa e modernização de toda a Linha                

Em defesa da Linha do Vouga, as Organizações Regionais de Aveiro e Viseu do PCP lançaram, no passado dia 22, uma acção inter-distrital de defesa da Linha do Vouga.

Com esta iniciativa, o PCP pretende sublinhar a necessidade, quer para as populações, quer para o sector empresarial (particularmente o produtivo), da reabilitação, defesa e modernização de toda a Linha, ou seja, de Aveiro a Espinho e de Viseu a Sernada (com respectivo enlace entre os dois segmentos).

Segundo o PCP, a Linha do Vouga foi-se degradando por responsabilidade dos sucessivos governos PS/PSD/CDS, com particular destaque para o último Governo PSD/CDS que proclamou mesmo a intenção de a extinguir.

Refere ainda o comunicado do PCP que, “não obstando de qualquer forma a que se recorra a verbas comunitárias e outras receitas, o PCP considera que a intervenção na Linha do Vouga não pode ficar dependente dos critérios de entidades externas ao país ou estritamente regionais. É dever do Governo garantir a reabilitação de toda a Linha”.

De forma a tornar efectiva esta acção, o PCP apresentou no dia 22 de Fevereiro, na Assembleia da República, um projecto de resolução, defendendo precisamente a reabilitação, defesa e modernização da Linha.

 

Município de Albergaria-a-Velha apoia criação de 26 empresas com programa de incentivos

Iniciativa da Câmara de Albergaria-a-Velha promove a criação de mais de 40 postos de trabalho 

O Programa de Incentivos à Criação do Próprio Emprego, iniciativa concebida pelo Município de Albergaria-a-Velha e cuja primeira edição teve lugar em 2015, está na origem da criação de mais de 40 postos de trabalho e de um volume de negócios estimado de cerca de 1 milhão de euros. 

No conjunto dos dois anos de aplicação da medida, já foram apoiadas 26 empresas e ideias de negócio.

O objectivo do programa, pioneiro em Portugal e inspiração para outras autarquias, é incitar empreendedores a investir, promovendo o desenvolvimento da economia local e a criação de condições para a empregabilidade. 

A Câmara Municipal disponibiliza 50 mil euros por ano para apoiar projectos empresariais ou ideias de negócio em Albergaria-a-Velha. 

Após um processo de avaliação de candidaturas, os empreendedores dispõem de um conjunto de incentivos anuais, não reembolsáveis, que podem chegar aos 4000 euros.

O programa contempla a atribuição de dois tipos de apoios: uma bolsa de incentivos no valor de 250 euros por mês, pelo período de um ano, de forma a facilitar a sua instalação no concelho; e um conjunto de apoios à contratação de serviços externos, um para serviços de contabilidade (300 euros/ano), outro para serviços de design (350 euros/ano) e um terceiro para consultoria financeira e/ou serviços de capacitação (350 euros/ano).

No primeiro ano do programa foram apoiados 12 projectos nas mais diversas áreas. 

No ano passado, o segundo ano do Programa de Incentivos, a Câmara Municipal apoiou 14 projectos.

No conjunto dos dois anos, foram criados mais de 40 postos de trabalho, enquanto o volume de negócios estimado destas empresas, em 2016, é superior a 1 milhão de euros.

 

Reabilitação do Mercado Municipal de Estarreja avança a bom ritmo

Empreitada teve início em Outubro de 2016 e tem um prazo de execução de 12 meses          

Segundo informação veiculada no seu site oficial, a Câmara de Estarreja dá conta do bom ritmo das obras de reabilitação do Mercado Municipal de Estarreja.

A propósito da visita efectuada na passada sexta-feira ao local, Diamantino Sabina, presidente da autarquia, refere que “é muito satisfatório virmos ao local e começar a ver a configuração do que vai ser o novo mercado e feira. Hoje já se vê o futuro que nos espera e nos próximos meses vamos ver, ainda mais, o que será um novo espaço, aprazível, uma nova centralidade e mais uma extensão do centro da cidade de Estarreja”

Adianta ainda que, “uma nova praceta, o tribunal com outro enquadramento, a área mais embelezada e a feira num patamar único”, são alguns dos aspetos gerais a destacar quando olha para o futuro desta zona. 

“Antevejo um movimento que nunca teve e que, pela realidade do mercado e feira, só existia dois dias por semana. A intenção é que a zona do Mercado tenha uma utilização diária. Com esta nova faceta, este será um mercado mais vivo que permitirá outras utilizações”, sublinha.

A área de intervenção é, neste momento, um autêntico estaleiro, mas na zona superior destinado ao Mercado já se descortinam os espaços onde funcionarão os frescos, a carne e o peixe, ou as novas funcionalidades como o restaurante, a churrascaria, café/bar e esplanada. 

A criação de uma praceta e a demolição do corpo a sul irão tornar o Mercado mais convidativo, abrindo-o à cidade e ao usufruto público.

Já a zona da feira (espaço descoberto) será totalmente remodelada e contempla cerca de uma centena de lugares, garantindo a permanência dos actuais comerciantes. Para além das melhores condições para feirantes, está a ser criada uma zona aprazível para captar mais visitantes e utentes. 

Uma vertente que fará a diferença neste projeto será a implementação de áreas verdes e ajardinadas. A área verde total terá um aumento considerável de 56%, de 1900 m2 para 2970 m2, e serão plantadas 70 novas árvores e transplantadas 10. Foi necessário abater sete árvores devido ao seu débil estado fitossanitário e 5 palmeiras, que estavam a causar estragos nas infraestruturas de águas e esgotos.

Na área envolvente ao Tribunal Judicial também se opera uma reformulação com aumento de lugares do parque de estacionamento e melhor ordenamento. 

Outra das componentes da empreitada foi a realização das obras de beneficiação da Avenida 25 de Abril, com o objetivo de reforçar a capacidade da rede de drenagem de águas pluviais do arruamento e dos edifícios contíguos. Efetuada em tempo recorde, antecipando o prazo de 4 meses de execução da obra, a via foi reaberta em janeiro, minimizando o impacto que, naturalmente, este tipo de operações implica para moradores e utentes.

 

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