Mário Rui

"Património Coletivo"

1.ª quinta- feira da cada mês, das 18h00 às 19h15, com reposição no 3º Sábado de cada mês das 10h00 às 11h30.

 

Realizadores: Luis Vidal Dias e José Fernando Correia

Futebol: festival de golos perdidos no regresso às vitórias do Clube Desportivo de Estarreja (2-1)

Cento e um dias depois da última conquista dos 3 pontos, CDE regressa às vitórias         

(Vitor Valente-RVR) De então para cá o Estarreja apenas por cinco vezes pontuou através de outros tantos empates.

A última vitória alcançada pela turma de Estarreja havia acontecido a 6 de Novembro de 2016, em Oliveira de Azeméis, ainda na 1ª volta da primeira fase do Campeonato de Portugal PRIO, e por números expressivos (5-2).

Ao receber em sua casa o Moimenta da Beira, último classificado da tabela, e pese embora ter empatado os dois confrontos na primeira fase com esta equipa, era importante alcançar hoje a vitória para aumentar distâncias no confronto directo com o seu adversário, criando desde já um fosso e,  ao mesmo tempo, aproximar-se da restante concorrência. 

Talvez por isso os momentos iniciais deram um claro sinal de que a equipa do CDE estava disposta a resolver cedo a contenda. 

Ainda o primeiro minuto não estava completo e já Jonathan desperdiçava a primeira grande oportunidade desviando com pouca força um passe de Marmelo permitindo que Kevin sacudisse para canto.

À pressão estarrejense nos primeiros vinte e cinco minutos respondeu o adversário com evidentes cautelas defensivas, o que inviabilizou grandes oportunidades de golo. 

O Moimenta procurava, sobretudo nas bolas paradas, aproximar-se da área do guardião João Oliveira embora sem  criar qualquer tipo de problemas pelo que o nulo verificado ao intervalo acabava por se justificar.

Sandro Botte deve ter pedido mais acutilância durante o tempo de descanso e a verdade é que a equipa partiu para uma exibição muito mais conseguida no segundo tempo.

Recorrendo a trocas de bola em velocidade, desmarcações constantes e confundindo o sector mais recuado do Moimenta, as oportunidades foram-se sucedendo. 

Alex, como sempre, assumiu a batuta, descobriu espaços onde estes pareciam não existire e Jonathan acabou por beneficiar de duas das muitas assistências do seu companheiro para fazer dois golos de belo efeito.

No primeiro recebeu ainda fora da área, de costas para a baliza, e rematou à meia volta com grande precisão. 

O segundo, muito idêntico mas já no coração da grande área, também não permitiu qualquer hipótese a Kevin. 

Entretanto Jonathan teve outras oportunidades bem mais fáceis de converter mas acabaria por se precipitar no momento do remate, ficando na retina um desvio quase na linha de golo para o poste direito da baliza de Kevin, defensor do Moimenta que, mais tarde, efectuaria a defesa da tarde quando desviou com a ponta dos dedos um remate acrobático de Marmelo, cheio de intenção, na sequência de um pontapé de canto.

Já em período de compensação, uma brincadeira de João Oliveira, que não foi lesto a despachar a bola depois de um atraso, permitiu que Camará ficasse com ela quando o guarda-redes estarrejense tentava recorrer à finta para a segurar. 

Assim, com a baliza à sua mercê, o avançado adversário aproveitou para reduzir e fixar o resultado final. 

Acto contínuo, Marco Cruz, juiz da partida, vindo da cidade Invicta, apitou pela última vez fechando um trabalho que genericamente se revelou positivo.

 

 

Dez porções de fruta e legumes por dia capazes de salvar milhões de vidas

Recomendações para uma vida que se quer mais saudável                            

A ingestão de dez porções de fruta e legumes por dia podem salvar 7,8 milhões de mortes prematuras todos os anos e reduzir o risco de cancro, AVC e mais.

Cinco peças de fruta e legumes por dia é a recomendação para uma vida que se quer saudável. Ou se calhar o melhor é dizermos que era. Isto porque uma nova investigação, levada a cabo por investigadores do Imperial College de Londres, revela que se em vez de cinco fosse dez poderiam salvar-se milhões de vidas agora perdidas de forma prematura.

Ataques cardíacos, acidentes vascular cerebrais (AVC) ou cancros são algumas das doenças que o aumento da ingestão de fruta e legumes seria capaz de travar, avança o estudo, que olhou para 95 trabalhos realizados anteriormente sobre o tema, com mais de dois milhões de pessoas, para chegar a esta conclusão.

É um facto que as cinco porções até aqui recomendadas ajudam a melhorar a saúde e a reduzir o risco de doença. Mas o benefício seria maior se o consumo chegasse às 800 gramas diárias, o que equivale a qualquer coisa como oito porções (isto se cada uma pesar cerca de 80g).

A equipa de especialistas estima que se possam prevenir, em todo o mundo, cerca de 7,8 milhões de mortes prematuras todos os anos, isto se as pessoas consumirem 10 porções de fruta ou vegetais por dia. Quantidade que, revelam os investigadores, está associada a uma redução de 24% no risco de ataque cardíaco, de 33% no caso dos AVC, de 28% no que diz respeito às doenças cardiovasculares, de 13% nos de cancro e de 31% nas mortes prematuras. Isto quando se compara com aqueles que não comem nenhuma porção.

Maçãs, peras e espinafres

A equipa analisou também o tipo de fruta e legumes mais indicados para a prevenção das doenças atrás referidas. E concluiu que as maçãs, peras, citrinos e vegetais de folhas verdes escuras, tais como os espinafres, aos quais se juntam os brócolos ou a couve-flor são os mais indicados para reduzir o risco de problemas futuros.

 

PCP lança acção inter-distrital em defesa da Linha do Vouga

Comunistas pedem a reabilitação, defesa e modernização de toda a Linha                

Em defesa da Linha do Vouga, as Organizações Regionais de Aveiro e Viseu do PCP lançaram, no passado dia 22, uma acção inter-distrital de defesa da Linha do Vouga.

Com esta iniciativa, o PCP pretende sublinhar a necessidade, quer para as populações, quer para o sector empresarial (particularmente o produtivo), da reabilitação, defesa e modernização de toda a Linha, ou seja, de Aveiro a Espinho e de Viseu a Sernada (com respectivo enlace entre os dois segmentos).

Segundo o PCP, a Linha do Vouga foi-se degradando por responsabilidade dos sucessivos governos PS/PSD/CDS, com particular destaque para o último Governo PSD/CDS que proclamou mesmo a intenção de a extinguir.

Refere ainda o comunicado do PCP que, “não obstando de qualquer forma a que se recorra a verbas comunitárias e outras receitas, o PCP considera que a intervenção na Linha do Vouga não pode ficar dependente dos critérios de entidades externas ao país ou estritamente regionais. É dever do Governo garantir a reabilitação de toda a Linha”.

De forma a tornar efectiva esta acção, o PCP apresentou no dia 22 de Fevereiro, na Assembleia da República, um projecto de resolução, defendendo precisamente a reabilitação, defesa e modernização da Linha.

 

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