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Empreitada teve início em Outubro de 2016 e tem um prazo de execução de 12 meses          

Segundo informação veiculada no seu site oficial, a Câmara de Estarreja dá conta do bom ritmo das obras de reabilitação do Mercado Municipal de Estarreja.

A propósito da visita efectuada na passada sexta-feira ao local, Diamantino Sabina, presidente da autarquia, refere que “é muito satisfatório virmos ao local e começar a ver a configuração do que vai ser o novo mercado e feira. Hoje já se vê o futuro que nos espera e nos próximos meses vamos ver, ainda mais, o que será um novo espaço, aprazível, uma nova centralidade e mais uma extensão do centro da cidade de Estarreja”

Adianta ainda que, “uma nova praceta, o tribunal com outro enquadramento, a área mais embelezada e a feira num patamar único”, são alguns dos aspetos gerais a destacar quando olha para o futuro desta zona. 

“Antevejo um movimento que nunca teve e que, pela realidade do mercado e feira, só existia dois dias por semana. A intenção é que a zona do Mercado tenha uma utilização diária. Com esta nova faceta, este será um mercado mais vivo que permitirá outras utilizações”, sublinha.

A área de intervenção é, neste momento, um autêntico estaleiro, mas na zona superior destinado ao Mercado já se descortinam os espaços onde funcionarão os frescos, a carne e o peixe, ou as novas funcionalidades como o restaurante, a churrascaria, café/bar e esplanada. 

A criação de uma praceta e a demolição do corpo a sul irão tornar o Mercado mais convidativo, abrindo-o à cidade e ao usufruto público.

Já a zona da feira (espaço descoberto) será totalmente remodelada e contempla cerca de uma centena de lugares, garantindo a permanência dos actuais comerciantes. Para além das melhores condições para feirantes, está a ser criada uma zona aprazível para captar mais visitantes e utentes. 

Uma vertente que fará a diferença neste projeto será a implementação de áreas verdes e ajardinadas. A área verde total terá um aumento considerável de 56%, de 1900 m2 para 2970 m2, e serão plantadas 70 novas árvores e transplantadas 10. Foi necessário abater sete árvores devido ao seu débil estado fitossanitário e 5 palmeiras, que estavam a causar estragos nas infraestruturas de águas e esgotos.

Na área envolvente ao Tribunal Judicial também se opera uma reformulação com aumento de lugares do parque de estacionamento e melhor ordenamento. 

Outra das componentes da empreitada foi a realização das obras de beneficiação da Avenida 25 de Abril, com o objetivo de reforçar a capacidade da rede de drenagem de águas pluviais do arruamento e dos edifícios contíguos. Efetuada em tempo recorde, antecipando o prazo de 4 meses de execução da obra, a via foi reaberta em janeiro, minimizando o impacto que, naturalmente, este tipo de operações implica para moradores e utentes.

 

Tinha ateado incêndios florestais, no último Verão, em Vagos e Oliveira do Bairro         

O Tribunal de Aveiro condenou  a quatro anos e meio de prisão, com pena suspensa, um homem e uma mulher por terem ateado incêndios florestais, no último Verão, em Vagos e Oliveira do Bairro.

Os arguidos, sem qualquer relação entre si, foram julgados em dois processos autónomos.

Um dos casos remonta ao dia 12 de Agosto de 2015, cerca das 18h00, e envolveu um trabalhador rural de 55 anos.

Em tribunal, o arguido acabou por admitir que ateou fogo a uma zona florestal em Calvão, no concelho de Vagos, após ter accionado um isqueiro sem querer, quando andava à procura de lenha para queimar.

O tempo seco e o calor favoreceram o alastrar das chamas, originando quatro focos de incêndio que consumiram uma área florestal de 9.000 metros quadrados.

No combate às chamas estiveram envolvidos três corporações de bombeiros de Aveiro, Vagos e Mira, com 36 elementos e dez viaturas.

O colectivo de juízes decidiu condenar o arguido a quatro anos e meio de prisão, suspensa na sua execução por igual período, com a condição de se sujeitar a tratamento ao alcoolismo.

A mesma pena foi aplicada a uma mulher de 53 anos, que estava acusada de atear dois incêndios florestais, a 13 de Agosto de 2015, numa área envolvente à zona industrial de Bustos, em Oliveira do Bairro.

Neste caso, o colectivo de juízes suspendeu a pena com a condição de a arguida retomar a actividade laboral e ter acompanhamento médico, em caso de necessidade, devido a problemas de depressão.

Durante o julgamento, a arguida confessou ser a autora dos dois incêndios, que consumiram uma área de cerca de 1.700 metros quadrados, atribuindo o acto a um sentimento de desespero, e mostrou arrependimento.

Após a leitura do acórdão, a juíza presidente declarou extinta a medida de coação de obrigação de permanência na habitação, com pulseira eletrónica, a que a arguida estava sujeita.

 

Sessão terá a presença do Presidente da AICEP e do Presidente da Câmara Municipal de Estarreja

Vai ser formalizda hoje, pelas 16h30, no Edifício dos Paços do Concelho, o Protocolo de Colaboração entre o Município de Estarreja e a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

A sessão contará com a presença de Miguel Frasquilho, Presidente da AICEP, e do Presidente da Câmara Municipal de Estarreja, Diamantino Sabina.

O acto tem por objecto a consolidação e dinamização de acções de apoio ao desenvolvimento económico e empresarial do concelho de Estarreja, beneficiando das sinergias geradas pelas competências e atribuições do ME e da AICEP, e tendo como fim último contribuir para a competitividade das empresas de Estarreja assegurando um ambiente favorável ao seu crescimento.

 

Sessão teve lugar no Auditório da Associação, em Estarreja                        

SEMA completa 21 anos de actividade em 2017

Teve lugar ontem, nas instalações da SEMA–Associação Empresarial dos Concelhos de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha, em Estarreja, a respectiva Assembleia Geral Ordinária.

Na sessão foi apresentado o Relatório das Actividades referentes ao ano de 2016 bem como o Balanço e Demonstração de Resultados do mesmo exercício e a proposta de aplicação dos resultados, os quais revelaram um saldo positivo na ordem dos 4 mil e trezentos euros. 

Também o Plano de Actividades e o Orçamento para o ano de 2017 foram apresentados aos sócios da Associação presentes, tendo os mesmos sido analisados durante a Assembleia.

Todos os documentos mereceram parecer favorável do Conselho Fiscal e, postos à votação, foram aprovados, por unanimidade.

Refira-se ainda os votos de louvor propostos pelo Conselho Fiscal à Direcção e aos Colaboradores da Associação pelo esforço desenvolvido bem assim como aos Associados pela confiança manifestada na Associação.

A Assembleia Geral aprovou também, por unanimidade, a proposta da Direcção da atribuição de um voto de louvor à empresa sua associada, IMUNIS – Companhia de Desinfeções, Lda., pelo elevado grau de profissionalismo, reconhecido nos serviços prestados aos associados, bem como pela sua contribuição anual em benefício da Associação.

 

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