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Mário Rui

Albergaria-a-Velha: Câmara Municipal assina protocolo com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade do Género

No âmbito do protocolo, a autarquia vai adoptar um Plano Municipal para a Igualdade         

O Município de Albergaria-a-Velha celebrou, hoje, um protocolo de cooperação com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade do Género (CIG) que visa a promoção de intervenções que contribuam para a efectiva igualdade entre homens e mulheres na esfera pública e privada. 

Numa cerimónia, que contou com a presença dos parceiros da Rede Social do Concelho, o Presidente da Autarquia, António Loureiro, designou a Vereadora da Educação e Ação Social, Catarina Mendes, como Conselheira Local para a Igualdade.

 No âmbito do protocolo, a Autarquia vai adoptar um Plano Municipal para a Igualdade, que integre a perspectiva de género enquanto estratégia no quadro da definição, execução e avaliação das políticas e ações desenvolvidas. 

Para António Loureiro, esse plano vai permitir formalizar as práticas que o Município tem implementado nos últimos anos e que abrangem a igualdade de oportunidades, a inclusão social e a prevenção da violência contra as mulheres. “Estamos perante uma grande causa, que promove a paz e a justiça social; com pequenos passos, vamos construindo uma sociedade melhor”, realçou o Presidente da Câmara Municipal.

Albergaria-a-Velha faz agora parte de um grupo de 168 autarquias que desenvolvem práticas efectivas de promoção da igualdade e da eliminação da descriminação, de acordo com as orientações da Comissão para a Cidadania e a Igualdade do Género. Teresa Fragoso, Presidente da CIG, salientou que o trabalho em parceria com o poder local é essencial para chegar ao maior número de pessoas. “Queremos trabalhar com a população toda; os problemas de desigualdade não são problemas das mulheres, mas de toda a sociedade”.

 

Sobem as temperaturas máximas mas a chuva não vai embora

Prevê-se que para esta terça-feira a chuva continue mas apenas no Douro Litoral e no Minho     

As temperaturas máximas vão subir 2 a 3 graus, mas a chuva continua pelo menos no Douro Litoral e no Minho, avança esta segunda-feira o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Segundo o IPMA, “hoje ainda temos muita nebulosidade e períodos de chuva ou aguaceiros, que serão mais frequentes até ao meio da tarde. No entanto, na região Norte poderão persistir até ao final do dia. Hoje vamos ter também uma diminuição da intensidade do vento relativamente ao dia de ontem e uma subida da temperatura máxima”.

Embora as máximas aumentem, nas regiões do Norte e do Centro as temperaturas mínimas vão rondar os zero graus o que pode levar à formação de gelo e geada.

As temperaturas máximas do país deverão rondar dos 18 aos 23 graus, com excepção do interior onde serão inferiores a 15 graus.

 

GNR iniciou hoje fiscalização à circulação abusiva pela esquerda

As acções vão decorrer em autoestradas e nas vias reservadas a automóveis e motociclos     

A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou hoje acções de fiscalização para combater a circulação abusiva pela via do meio e da esquerda sem que haja trânsito nas vias da direita.

Segundo a GNR, trata-se da segunda fase da operação Via Livre, que arrancou no passado dia 20 de Março com acções de sensibilização, alertando os condutores para os constrangimentos e perigos provocados pela circulação indevida, tando ao nível da segurança rodoviária como da fluidez do tráfego.

A primeira fase da operação Via Livre prolongou-se até dia 26 e a segunda fase, que hoje começou, vai durar até ao dia 02 de Abril.

"A prática da circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda sem que exista tráfego nas vias mais à direita, para além de constituir infração ao Código da Estrada, causa constrangimentos à segurança rodoviária e à fluidez de tráfego", lembra a GNR em comunicado, frisando que esta atitude potencia outras infrações por parte dos condutores.

 

Angola interessada em parceria científica com Universidade de Aveiro

Parceria poderá englobar projectos de investigação conjunta na área da "economia azul"     

O Ministério das Pescas de Angola está a estudar a possibilidade de estabelecer uma parceria científica com a Universidade de Aveiro, de Portugal, prevendo nomeadamente projectos de investigação conjunta na área da "economia azul".

A informação foi prestada hoje, em Luanda, pela ministra das Pescas de Angola, Victória de Barros Neto, no início de um seminário de três dias sobre a economia do mar, numa parceria com aquela universidade portuguesa. 

Angola tem uma linha de costa de 1.650 quilómetros e uma Zona Económica Exclusiva de 330.000 quilómetros quadrados, mas a economia do mar representa apenas cerca de 3% do Produto Interno Bruto do país, daí a importância atribuída pela governante angolana à parceria a estabelecer com a Universidade de Aveiro.

"Fazer com que a economia azul se faça de forma coordenada, integrada e sustentável. E aí pensamos que a Universidade de Aveiro tem um papel a desenvolver, pelas suas especialidades e competências no domínio do mar", destacou Victória de Barros Neto, em declarações aos jornalistas à margem do seminário.

Acrescentou que essa cooperação poderá passar por "projectos de investigação conjunta, a exemplo do que acontece noutros países", por parte da Universidade de Aveiro, como é o caso em Moçambique.

Para o pró-reitor da Universidade de Aveiro, Osvaldo Pacheco a instituição está disponível, no âmbito desta "parceria estratégica das duas partes", para dar formação a quadros do Ministério das Pescas e prestar apoio científico em "problemas concretos".

Acrescentou que aquela instituição conta com 50 estudantes de nacionalidade angolana, além de ter em funcionamento uma academia com a petrolífera Sonangol e manter uma parceria com Instituto Superior Politécnico de Benguela.

O interesse angolano passa ainda pela possibilidade de a universidade portuguesa assegurar "novas valências" na primeira instituição de ensino superior em Angola dedicada exclusivamente às pescas e ciências do mar. A Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, no sul de Angola, recebe na cidade de Moçâmedes, a partir de 02 de Maio, os primeiros 540 alunos.

"Queremos aumentar o nosso conhecimento sobre o mar em Angola, fazer com o mar seja uma oportunidade, apesar dos riscos que também apresenta", destacou a governante angolana, sublinhando a necessidade de encarar as actividades da economia azul como um "motor para o desenvolvimento".

Pesca, aquicultura e produção de bivalves são áreas de interesse de Angola no desenvolvimento da economia do mar, de acordo com a ministra das Pescas.

 

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