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Iniciativa da Câmara de Albergaria-a-Velha promove a criação de mais de 40 postos de trabalho 

O Programa de Incentivos à Criação do Próprio Emprego, iniciativa concebida pelo Município de Albergaria-a-Velha e cuja primeira edição teve lugar em 2015, está na origem da criação de mais de 40 postos de trabalho e de um volume de negócios estimado de cerca de 1 milhão de euros. 

No conjunto dos dois anos de aplicação da medida, já foram apoiadas 26 empresas e ideias de negócio.

O objectivo do programa, pioneiro em Portugal e inspiração para outras autarquias, é incitar empreendedores a investir, promovendo o desenvolvimento da economia local e a criação de condições para a empregabilidade. 

A Câmara Municipal disponibiliza 50 mil euros por ano para apoiar projectos empresariais ou ideias de negócio em Albergaria-a-Velha. 

Após um processo de avaliação de candidaturas, os empreendedores dispõem de um conjunto de incentivos anuais, não reembolsáveis, que podem chegar aos 4000 euros.

O programa contempla a atribuição de dois tipos de apoios: uma bolsa de incentivos no valor de 250 euros por mês, pelo período de um ano, de forma a facilitar a sua instalação no concelho; e um conjunto de apoios à contratação de serviços externos, um para serviços de contabilidade (300 euros/ano), outro para serviços de design (350 euros/ano) e um terceiro para consultoria financeira e/ou serviços de capacitação (350 euros/ano).

No primeiro ano do programa foram apoiados 12 projectos nas mais diversas áreas. 

No ano passado, o segundo ano do Programa de Incentivos, a Câmara Municipal apoiou 14 projectos.

No conjunto dos dois anos, foram criados mais de 40 postos de trabalho, enquanto o volume de negócios estimado destas empresas, em 2016, é superior a 1 milhão de euros.

 

Empreitada teve início em Outubro de 2016 e tem um prazo de execução de 12 meses          

Segundo informação veiculada no seu site oficial, a Câmara de Estarreja dá conta do bom ritmo das obras de reabilitação do Mercado Municipal de Estarreja.

A propósito da visita efectuada na passada sexta-feira ao local, Diamantino Sabina, presidente da autarquia, refere que “é muito satisfatório virmos ao local e começar a ver a configuração do que vai ser o novo mercado e feira. Hoje já se vê o futuro que nos espera e nos próximos meses vamos ver, ainda mais, o que será um novo espaço, aprazível, uma nova centralidade e mais uma extensão do centro da cidade de Estarreja”

Adianta ainda que, “uma nova praceta, o tribunal com outro enquadramento, a área mais embelezada e a feira num patamar único”, são alguns dos aspetos gerais a destacar quando olha para o futuro desta zona. 

“Antevejo um movimento que nunca teve e que, pela realidade do mercado e feira, só existia dois dias por semana. A intenção é que a zona do Mercado tenha uma utilização diária. Com esta nova faceta, este será um mercado mais vivo que permitirá outras utilizações”, sublinha.

A área de intervenção é, neste momento, um autêntico estaleiro, mas na zona superior destinado ao Mercado já se descortinam os espaços onde funcionarão os frescos, a carne e o peixe, ou as novas funcionalidades como o restaurante, a churrascaria, café/bar e esplanada. 

A criação de uma praceta e a demolição do corpo a sul irão tornar o Mercado mais convidativo, abrindo-o à cidade e ao usufruto público.

Já a zona da feira (espaço descoberto) será totalmente remodelada e contempla cerca de uma centena de lugares, garantindo a permanência dos actuais comerciantes. Para além das melhores condições para feirantes, está a ser criada uma zona aprazível para captar mais visitantes e utentes. 

Uma vertente que fará a diferença neste projeto será a implementação de áreas verdes e ajardinadas. A área verde total terá um aumento considerável de 56%, de 1900 m2 para 2970 m2, e serão plantadas 70 novas árvores e transplantadas 10. Foi necessário abater sete árvores devido ao seu débil estado fitossanitário e 5 palmeiras, que estavam a causar estragos nas infraestruturas de águas e esgotos.

Na área envolvente ao Tribunal Judicial também se opera uma reformulação com aumento de lugares do parque de estacionamento e melhor ordenamento. 

Outra das componentes da empreitada foi a realização das obras de beneficiação da Avenida 25 de Abril, com o objetivo de reforçar a capacidade da rede de drenagem de águas pluviais do arruamento e dos edifícios contíguos. Efetuada em tempo recorde, antecipando o prazo de 4 meses de execução da obra, a via foi reaberta em janeiro, minimizando o impacto que, naturalmente, este tipo de operações implica para moradores e utentes.

 

Tinha ateado incêndios florestais, no último Verão, em Vagos e Oliveira do Bairro         

O Tribunal de Aveiro condenou  a quatro anos e meio de prisão, com pena suspensa, um homem e uma mulher por terem ateado incêndios florestais, no último Verão, em Vagos e Oliveira do Bairro.

Os arguidos, sem qualquer relação entre si, foram julgados em dois processos autónomos.

Um dos casos remonta ao dia 12 de Agosto de 2015, cerca das 18h00, e envolveu um trabalhador rural de 55 anos.

Em tribunal, o arguido acabou por admitir que ateou fogo a uma zona florestal em Calvão, no concelho de Vagos, após ter accionado um isqueiro sem querer, quando andava à procura de lenha para queimar.

O tempo seco e o calor favoreceram o alastrar das chamas, originando quatro focos de incêndio que consumiram uma área florestal de 9.000 metros quadrados.

No combate às chamas estiveram envolvidos três corporações de bombeiros de Aveiro, Vagos e Mira, com 36 elementos e dez viaturas.

O colectivo de juízes decidiu condenar o arguido a quatro anos e meio de prisão, suspensa na sua execução por igual período, com a condição de se sujeitar a tratamento ao alcoolismo.

A mesma pena foi aplicada a uma mulher de 53 anos, que estava acusada de atear dois incêndios florestais, a 13 de Agosto de 2015, numa área envolvente à zona industrial de Bustos, em Oliveira do Bairro.

Neste caso, o colectivo de juízes suspendeu a pena com a condição de a arguida retomar a actividade laboral e ter acompanhamento médico, em caso de necessidade, devido a problemas de depressão.

Durante o julgamento, a arguida confessou ser a autora dos dois incêndios, que consumiram uma área de cerca de 1.700 metros quadrados, atribuindo o acto a um sentimento de desespero, e mostrou arrependimento.

Após a leitura do acórdão, a juíza presidente declarou extinta a medida de coação de obrigação de permanência na habitação, com pulseira eletrónica, a que a arguida estava sujeita.

 

Sessão terá a presença do Presidente da AICEP e do Presidente da Câmara Municipal de Estarreja

Vai ser formalizda hoje, pelas 16h30, no Edifício dos Paços do Concelho, o Protocolo de Colaboração entre o Município de Estarreja e a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

A sessão contará com a presença de Miguel Frasquilho, Presidente da AICEP, e do Presidente da Câmara Municipal de Estarreja, Diamantino Sabina.

O acto tem por objecto a consolidação e dinamização de acções de apoio ao desenvolvimento económico e empresarial do concelho de Estarreja, beneficiando das sinergias geradas pelas competências e atribuições do ME e da AICEP, e tendo como fim último contribuir para a competitividade das empresas de Estarreja assegurando um ambiente favorável ao seu crescimento.